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Início › Bem Estar › Doenças e Sintomas › Osteoporose: fatores de risco incluem menopausa, baixo peso e sedentarismo
Bem Estar

Osteoporose: fatores de risco incluem menopausa, baixo peso e sedentarismo

Tiago da Silva CândidoEscrito por Tiago da Silva Cândido17/10/2026Tempo de Leitura 3 Mins
Osteoporose: fatores de risco incluem menopausa, baixo peso e sedentarismo
Imagem ilustrativa
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Orientações do Ministério da Saúde e da IOF explicam o que pode enfraquecer os ossos e como reduzir o risco de fraturas.

A osteoporose reduz gradualmente a massa dos ossos e aumenta a possibilidade de fraturas, especialmente após quedas. Em reportagem publicada em 17 de outubro, o g1 reuniu orientações do Ministério da Saúde e da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) sobre os fatores associados à doença e as medidas que ajudam a proteger a saúde óssea.

O risco não depende de uma única causa. Histórico familiar e mudanças hormonais têm influência, mas hábitos como alimentação, atividade física, tabagismo e consumo de álcool também entram nessa avaliação, segundo as entidades. Doenças e tratamentos médicos podem afetar os ossos.

Histórico familiar e alterações hormonais

Segundo a IOF, ter pai ou mãe que sofreu fratura de quadril está associado a maior risco de osteoporose e de fraturas. Um histórico importante da doença na família também merece atenção. Entre as mulheres, a queda na produção de estrogênio após a menopausa acelera a perda óssea; quando a menopausa ocorre antes dos 45 anos, esse risco é maior.

InfográficoReferências citadas para a saúde óssea

Idade, peso e duração de tratamentos aparecem entre os fatores de atenção apontados pela IOF.

45 anos
Menopausa precoceAntes dessa idade, há maior risco
  • 45 anosMenopausa precoceAntes dessa idade, há maior risco
  • 19 kg/m²Baixo pesoIMC inferior a esse índice
  • 12 mesesAusência de menstruaçãoFora das situações indicadas pela IOF
  • três mesesUso de corticoidesUso consecutivo por mais tempo
Fonte: Fundação Internacional de Osteoporose (IOF)Laranjeira

A interrupção da menstruação por 12 meses ou mais, fora de situações como gravidez, menopausa ou retirada do útero, pode indicar baixa produção de estrogênio. A retirada dos ovários antes dos 45 anos, sem reposição hormonal, também figura entre os fatores de risco citados pela IOF. Nos homens, níveis reduzidos de testosterona podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

Peso, alimentação e quedas

A IOF associa o índice de massa corporal inferior a 19 kg/m² a maior risco. Pouca atividade física favorece a perda de massa óssea e muscular, enquanto exercícios de sustentação de peso e fortalecimento ajudam a preservá-las. Quedas recorrentes aumentam a chance de fraturas: a entidade destaca o risco para quem caiu mais de uma vez no último ano.

A ingestão insuficiente de cálcio também pode prejudicar os ossos. A vitamina D participa da absorção desse mineral, e a exposição insuficiente ao sol pode comprometer sua produção, de acordo com o material reunido pelo g1. A IOF inclui o tabagismo e o consumo excessivo de álcool entre os hábitos associados ao risco; o álcool aumenta a possibilidade de quedas.

Doenças e tratamentos associados

Algumas condições de saúde exigem atenção à saúde óssea, conforme a IOF:

  • Artrite reumatoide e diabetes dos tipos 1 e 2;
  • Hipertireoidismo e hiperparatireoidismo;
  • Doenças digestivas que dificultam a absorção de nutrientes, como doença de Crohn, colite ulcerativa e doença celíaca.

O uso de corticoides por mais de três meses consecutivos pode levar à perda óssea, segundo a fundação. Ela aponta que essa redução tende a ser mais rápida nos primeiros três a seis meses de tratamento. Terapias para câncer de mama e de próstata que interferem na ação dos hormônios, assim como outros tratamentos oncológicos citados pela entidade, também podem afetar os ossos.

Medidas de prevenção e avaliação

O Ministério da Saúde recomenda alimentação com fontes de cálcio, exercícios regulares, evitar o cigarro e limitar o álcool. Leite, iogurte e queijo são fontes do mineral; o órgão cita verduras de folhas escuras, como brócolis, espinafre e couve. Para quem não consome laticínios por intolerância ou alergia, a IOF orienta a busca de outras fontes de cálcio.

A prevenção de quedas também integra as medidas destacadas pela IOF para reduzir o risco de fraturas. O Ministério da Saúde recomenda que mulheres após a menopausa procurem avaliação médica e orienta a realização de densitometria óssea a partir dos 45 anos.

Com informações de g1.

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Tiago da Silva Cândido
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Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Laranjeira.

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