Lula e Flávio Bolsonaro disputam o segundo turno em 25 de outubro; o mandato presidencial dura quatro anos.
O segundo turno da eleição para presidente da República do Brasil será em 25 de outubro de 2026. Segundo o g1, a disputa é entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
A votação definirá quem ocupará a chefia do Poder Executivo federal. Além de administrar o governo, o presidente representa o país nas relações internacionais, mas parte de suas decisões depende do Congresso Nacional.
Quando é a eleição para presidente da República em 2026
O segundo turno está marcado para domingo, 25 de outubro de 2026, de acordo com o g1. Os candidatos são Lula e Flávio Bolsonaro. A fonte não informa outros dados sobre a votação nem o resultado da disputa.
Mandato, remuneração e prazo de uma medida provisória.
- R$ 46.366,19Subsídio bruto mensalSem gratificações ou adicionais
- quatro anosDuração do mandatoCom possibilidade de reeleição
- 60 diasValidade inicial de MPDepende de análise do Congresso
O que o presidente da República faz
O presidente exerce duas funções: chefia o governo federal e representa o Brasil como chefe de Estado. Na administração, coordena políticas nacionais e estabelece prioridades em áreas como economia, saúde, educação e infraestrutura. Nas relações externas, participa de encontros internacionais e negocia acordos com outros países.
Também cabe ao presidente nomear e exonerar ministros de Estado e escolher dirigentes de órgãos e empresas públicas. Ele comanda as Forças Armadas, define a política de defesa nacional e nomeia os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. O emprego de tropas deve seguir as situações previstas na Constituição, segundo o g1.
Quanto ganha o presidente da República
O salário bruto mensal do presidente é de R$ 46.366,19, conforme o valor informado pelo g1 em 22 de outubro de 2026. Trata-se do subsídio definido por lei para o cargo, sem gratificações ou adicionais.
O governo federal também custeia recursos necessários ao exercício da função, como residência oficial, segurança, transporte e servidores de apoio. Essa estrutura não integra a remuneração mensal do presidente e, portanto, não deve ser somada ao subsídio.
Quais decisões dependem do Congresso
O presidente pode enviar projetos de lei ao Congresso, sancionar ou vetar propostas aprovadas por deputados e senadores. Também pode editar medidas provisórias, que têm efeito imediato e validade inicial de 60 dias, mas precisam passar pelo Congresso para continuar em vigor, segundo o g1.
O planejamento das contas federais também passa pelo Legislativo. O presidente encaminha o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual, que orientam prioridades e gastos da União. Projetos de lei, alterações na Constituição, criação de impostos e boa parte das medidas com despesas públicas dependem de aprovação parlamentar.
Como são escolhidos os ministros do STF
O presidente escolhe nomes para o Supremo Tribunal Federal, mas a indicação precisa ser aprovada pelo Senado, de acordo com o g1. A mesma exigência de validação pelo Senado se aplica à escolha do procurador-geral da República.
Essa atribuição é diferente da escolha dos ministros de Estado, que integram o governo e podem ser nomeados ou exonerados pelo presidente. As fontes não trazem uma regra sobre exoneração de ministros do STF pelo presidente.
Quanto dura o mandato presidencial
O mandato é de quatro anos, com possibilidade de uma reeleição consecutiva, segundo o g1. O presidente concentra as funções de chefe de Estado e de governo no sistema presidencialista brasileiro.
Segundo o material de referência, o Brasil adotou a república em 1889 e introduziu o presidencialismo na Constituição de 1891. Após uma breve experiência parlamentarista iniciada em 1961, o presidencialismo foi restabelecido em 1963. Em um plebiscito realizado em 1993, os eleitores escolheram manter a república presidencialista.
Foto de capa: Michel Temer/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

