Cantor, compositor e pianista estava internado e tratava um câncer havia cerca de um ano.
O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu neste domingo (18), aos 84 anos, no Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Segundo o g1, a morte ocorreu em decorrência de complicações de um câncer.
O artista estava internado e tratava a doença havia cerca de um ano, de acordo com a Agência Brasil. Nascido em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, ele alcançou projeção nacional com um estilo que aproximava o samba da canção romântica e dava ao piano um papel central.
Um jeito próprio de fazer samba
Benito nasceu Uday Velloso e foi criado no Rio de Janeiro, segundo o g1. Embora tenha se tornado um nome popular do samba, preferia se apresentar como “sambeiro” e “pianeiro”. Seu toque percussivo no piano, combinado aos instrumentos de percussão, marcou suas gravações.
Nas décadas de 1970 e 1980, o músico conquistou o público com canções como Retalhos de Cetim, Charlie Brown, Vai Ficar na Saudade e Se Não For Amor. A Agência Brasil o aponta como um dos principais representantes do chamado samba-joia e registra uma trajetória de mais de cinco décadas.
Da estreia aos sucessos
De acordo com o g1, Benito estreou no mercado fonográfico em 1967 e lançou seu primeiro álbum, Benito Di Paula, em 1971. O disco seguinte, Ela, saiu em 1972 e trouxe Violão não se empresta a ninguém, seu primeiro sucesso.
Marcos da carreira e da vida do cantor e pianista.
- 1967Estreia fonográfica
- 1971Primeiro álbum
- 1973Retalhos de Cetim
- 18 de outubro de 2026Morte em São Paulo
A projeção cresceu em 1973, com Retalhos de Cetim. Nos anos seguintes, ele lançou músicas como Bandeira do Samba, Tudo Está no Seu Lugar e Assobiar e Chupar Cana. Segundo o g1, seus sucessos foram especialmente frequentes entre 1973 e 1977.

