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Início › Diversos › Orionídeas atingem pico em 21 de outubro; veja horários para observar no Brasil
Diversos

Orionídeas atingem pico em 21 de outubro; veja horários para observar no Brasil

Tiago da Silva CândidoEscrito por Tiago da Silva Cândido21/10/2026Tempo de Leitura 4 Mins
Orionídeas atingem pico em 21 de outubro; veja horários para observar no Brasil
Foto: Jim Vajda/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
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Chuva de meteoros formada por fragmentos do cometa Halley pode ser vista a olho nu, mas o brilho da Lua limita a observação.

A chuva de meteoros Orionídeas atinge seu pico na madrugada de 21 de outubro de 2026 e poderá ser observada a olho nu em todo o Brasil. Os riscos de luz são produzidos por partículas deixadas pelo cometa Halley em passagens antigas pelo Sistema Solar, segundo o g1.

Em condições ideais, a chuva pode render 20 ou mais meteoros por hora, de acordo com a Organização Internacional de Meteoros, citada pelo g1. A quantidade vista por cada pessoa, porém, tende a ser menor, sobretudo nas cidades. O brilho da Lua também pode encobrir os meteoros mais fracos.

Qual é o melhor horário para ver as Orionídeas?

O período mais favorável na madrugada de 21 de outubro é aquele entre o pôr da Lua e o começo do clarear do dia. Esse intervalo muda conforme a cidade; os horários aproximados informados pelo g1 são:

InfográficoOrionídeas em números

Estimativa de observação e características da chuva de meteoros

20 ou mais meteoros por hora
Em condições ideais
  • 20 ou mais meteoros por horaCondições ideaisEstimativa, não contagem garantida
  • 66 quilômetros por segundoVelocidade dos fragmentosAo entrar na atmosfera
  • 76 anosÓrbita do HalleyUma volta ao redor do Sol
Fonte: Organização Internacional de Meteoros e g1Laranjeira
CidadePeríodo de observação
Recife (PE)1h20 a 3h43
Fortaleza (CE)1h31 a 4h02
Rio de Janeiro (RJ)2h09 a 3h57
São Paulo (SP)2h24 a 4h10
Porto Alegre (RS)2h51 a 4h16

No Norte e no Nordeste, as condições são um pouco mais favoráveis: a região do céu associada à chuva aparece mais alta, e o intervalo sem a claridade da Lua tende a ser maior, segundo o g1. Mesmo no horário indicado, a iluminação da cidade pode reduzir o número de meteoros visíveis.

Onde olhar para ver a chuva de meteoros?

Um local escuro, afastado da iluminação artificial e com boa visão do céu oferece melhores condições de observação. Depois da meia-noite, a constelação de Órion, identificada pelas Três Marias, aparece entre o leste e o nordeste e ganha altura com o passar das horas, conforme o g1.

Não é preciso manter os olhos fixos em Órion: os meteoros podem surgir em outras partes do céu. Também não há necessidade de telescópio ou binóculo. Como esses instrumentos enquadram uma área pequena, podem atrapalhar quem tenta acompanhar a chuva.

O que são as Orionídeas?

As Orionídeas são uma chuva de meteoros que ocorre em outubro, quando a Terra atravessa partículas espalhadas pela trajetória do cometa Halley. Ao entrar na atmosfera, esse material produz os traços luminosos que podem ser vistos da superfície, segundo o g1.

O nome da chuva está ligado à constelação de Órion, onde fica a região da qual os meteoros parecem partir. Esse ponto de origem aparente é chamado de radiante; a aparência de que os riscos vêm de um mesmo lugar resulta da perspectiva, conforme o material de referência sobre chuvas de meteoros.

O cometa Halley vai aparecer no céu?

Não. O que poderá ser visto em 21 de outubro são meteoros formados por resíduos do Halley, não o cometa. De acordo com o g1, sua última passagem pela região da Terra ocorreu em 1986, e a próxima é esperada para 2061.

O cometa completa uma volta ao redor do Sol em cerca de 76 anos e deixa partículas ao longo do percurso. A Terra encontra esse material em diferentes épocas: ele dá origem às Orionídeas em outubro e às Eta Aquáridas em maio. Nas Orionídeas, os fragmentos atingem a atmosfera a cerca de 66 quilômetros por segundo; alguns meteoros deixam um rastro luminoso que permanece visível por alguns segundos.

Até quando dura a chuva de meteoros?

As Orionídeas permanecem ativas até o início de novembro, segundo o g1. Depois do pico de outubro, a quantidade de meteoros tende a cair, mas a chuva não termina de uma vez.

A estimativa de 20 ou mais meteoros por hora descreve condições perfeitas de observação, não uma contagem garantida para cada local. O número que uma pessoa conseguirá enxergar depende, entre outros fatores apontados pelo g1, da claridade da Lua e da iluminação ao redor.

Foto de capa: Jim Vajda/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

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Tiago da Silva Cândido
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Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Laranjeira.

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