Ex-companheiros de Legião Urbana falaram ao Fantástico sobre o compositor e a permanência de suas músicas.
Trinta anos após a morte de Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá relembraram o amigo e parceiro de Legião Urbana em uma reportagem do Fantástico. Os músicos falaram sobre a personalidade do cantor e sobre a ligação que suas composições ainda têm com o público.
Renato morreu em 11 de outubro de 1996, aos 36 anos, em decorrência de complicações da aids. Carioca criado em Brasília, ele levou experiências pessoais, reflexões políticas e questões existenciais para as letras da banda.
O que lembram os parceiros
Dado descreveu Renato como uma “livraria absurda de textos e música”, em referência ao repertório cultural do compositor. Bonfá destacou sua inteligência e seu humor, além da maneira como se comunicava nos shows. “Parecia que ele estava cantando para você”, recordou o músico na reportagem.
Dados lembrados na reportagem sobre o compositor.
- 11 de outubro de 1996Data da morte
- 36 anosIdade ao morrer
- 30 anosTempo desde a morte
Ao imaginar o que Renato faria se estivesse vivo, Bonfá apontou para a atividade que marcou sua trajetória: “Ele estaria fazendo o que ele sempre fez melhor, que é compor, fazer músicas e cantar”.
Por que as canções seguem presentes
Segundo Dado, Renato procurava escrever letras que fizessem sentido em épocas e lugares diferentes, sem depender de referências passageiras. Para o guitarrista, essa escolha ajuda a explicar por que as músicas da Legião Urbana continuam chegando a novos ouvintes.
Entre as canções mais conhecidas do grupo estão “Tempo Perdido”, “Pais e Filhos”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo”. De acordo com a reportagem, o repertório segue presente em playlists, programas de TV e apresentações musicais.
Com informações de g1.
Foto de capa: Larissa Barreto/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

